Mais 5 Dicas de Livros do Bistrô da Fotografia

Estou de volta com mais cinco opções de livros que deveriam estar na biblioteca de todo fotógrafo, amador ou profissional, iniciante ou experiente.

Se você está procurando se inspirar e tirar fotos cada vez melhores, as leituras abaixo são uma ótima opção para você. Curta, aproveite e … boa leitura!

 

Photoshop — Montagens e fusões criativas, de Matt Kloskowski

PhotoshopEste livro é todo voltado a criações de montagens no Photoshop, mas também traz um bom material sobre composição e iluminação na fotografia, e é por isso que o indicamos aqui.  Photoshop — Montagens e fusões criativas pode ser lido por fotógrafos, designers, editores e manipuladores de imagens.

É sempre bom ter em mente que nenhuma montagem vai ficar boa sem o trabalho cuidados do fotógrafo. É preciso se preocupar com a iluminação e a composição para obter “matéria-prima” da melhor qualidade possível para trabalhar as montagens.

O livro foi escrito na forma de um grande conjunto de tutoriais. Ele apresenta os segredos das montangens que vemos frequentemente em todos os lugares e mídias, desde propaganda, capas de revistas, cartazes e retratos em geral.

Seguindo uma linguagem muito fácil, o autor compartilha no livro muitas dicas também sobre configurações de câmeras e esquema de iluminação.

 

O olho do fotógrafo, de Michael Freeman

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O Olho do Fotógrafo procura apresentar ao leitor todas as abordagens de composição e design. Em 192 páginas, Freeman apresenta um livro para fotógrafos curiosos que buscam melhorar seu trabalho usando técnicas do design, principalmente no que diz respeito à composição.

Freeman relaciona técnicas do design à produção de fotografias, desenvolvendo tópicos sobre cor, linhas, curvas e movimento. O autor utiliza exemplos reais de seus próprios trabalhos para explicitar suas teorias, o que torna a leitura do livro bastante agradável.

O Olho do Fotógrafo destaca a importância de se tomar decisões corretas na composição de uma boa imagem. Freeman mostra que é preciso técnica e muita dedicação para ter bons resultados.

 

Fotografias – Araquém Alcântara

22367838O livro Araquém Alcântara – Fotografias reúne 80 fotos clicadas originalmente em preto e branco, a maior parte produzida em várias regiões do Brasil. Estão lá as pessoas, a metrópole, a mata, o rio e até a neve. O projeto gráfico separa as imagens  umas das outras. As fotos ficam na página ímpar, e as pares trazem a identificação da cena, dando destaque e permitindo a contemplação das fotos.

Além deste livro‚ Alcântara, que é o precursor da fotografia de natureza no Brasil‚ já publicou 41 livros temáticos e recebeu mais de 50 premiações nacionais e internacionais.

A curadoria das imagens que integram a obra é do fotojornalista e crítico Eder Chiodetto‚ para quem Alcântara “apresenta um trabalho autoral totalmente inovador”.

 

Henri Cartier-Bresson, Coleção Photo Poche

22968220Este livro faz parte da mais prestigiada coleção de livros de fotografia do mundo, a Photo Poche, publicada no Brasil pela Cosac Naify. A coleção foi idealizada por Robert Delpire na França, em 1982, como uma série de livros de introdução à fotografia. Com formato de bolso e preço acessível, a coleção busca ampliar a formação visual de seu público e ao mesmo tempo divulgar a obra de grandes fotógrafos. Em cada volume, o leitor encontra uma seleção criteriosa de imagens, acompanhada de apresentação, biografia e bibliografia.

Henri Cartier-Bresson (1908-2004) é considerado um dos maiores fotodocumentaristas do século XX. Com sua câmera Leica, registrou uma Europa abalada pela guerra, a vitória comunista na China e cenas cotidianas de Paris. Retratou artistas e escritores de seu tempo como Alberto Giacometti, Jean-Paul Sartre e William Faulkner.

Em 1947, fundou a agência Magnum, junto com Robert Capa e outros fotojornalistas. Com apresentação do historiador da arte Jean Clair e uma seleção de suas fotografias tidas como fundamentais, este livro é uma ótima introdução à sua obra.

 

A Luz Perfeita – Guia de Iluminação para Fotógrafos, de Bill Hurter

A Luz PerfeitaA luz perfeita – Guia de iluminação para fotógrafos, de Bill Hurter, mostra de forma didática e simples como os grandes fotógrafos criam e utilizam esquemas de luz. O livro aborda segredos da boa iluminação e a melhor forma de explorá-la.

Bill Hurter fornece informações detalhadas que mostram como grandes fotógrafos do mercado criam e utilizam esquemas de luz.

Indicado também para fotógrafos de retrato, moda e still.

Fundamental para a elaboração de imagens inesquecíveis e indicado para fotógrafos de todos os níveis.

 

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Boas leituras e bons cliques!

5 Dicas de Livros do Bistrô da Fotografia

Resolvi colocar aqui algumas sugestões de livros obrigatórios na estante de todo fotógrafo, amador ou profissional, iniciante ou experiente. Se você está procurando sempre evoluir, se inspirar e tirar fotos cada vez melhores, as leituras abaixo vão ser muito produtivas.

Esse é só o primeiro post de série “Dicas de Livros do Bistrô”! Fiquem atentos às novidades!

 

Exposição Perfeita, de Michael Freeman

5155596Exposição Perfeita, de Michael Freeman é um livro que abrange o assunto exposição – um tema tão simples e tão extenso – de forma clara e direta. Recheado de fotos do próprio autor, explicações e gráficos que tornam fácil e rápida a compreensão, você vai descobrir a forma como os profissionais pensam e operam na hora de conseguir a exposição perfeita. Também estão incluídas as técnicas mais recentes de processamento de imagem no computador.

Entender como a exposição funciona é fundamental para que você consiga produzir a fotografia que visualizou. Este livro consegue tratar do tema em uma linguagem adequada tanto para o profissional como para o amador.

Exposição Perfeita vai dar todas as ferramentas de que você precisa para fazer a imagem do jeito que visualizou, com a exposição que quiser. Como o autor frisa, não existe uma única exposição correta. O que existe é o conceito que você quer passar. Este livro vai lhe dar o conhecimento e a confiança para tomar as decisões que o levem à imagem desejada.

 

Luzes da África, de Haroldo Castro

111033251SZMais que um livro, Luzes da África serve de testemunho da imensa cultura e beleza do continente africano. Em uma expedição que durou mais de oito meses, entre 2009 e 2010, o jornalista e fotógrafo Haroldo Castro rodou mais de 40 mil km, da África do Sul ao Sudão. No total, a expedição passou por 18 países, incluindo Quênia, Etiópia, Namíbia e Tanzânia. Além de ótimas fotografias, o autor também conseguiu histórias inesquecíveis para contar.

Longe dos clichês da miséria e da guerra, o livro é um fascinante relato de aventuras e apresenta com lucidez e agilidade uma percepção peculiar sobre um continente de surpresas. A expedição levou pai e filho a participarem de rituais sufis no Sudão, a compreenderem as últimas etnias nativas da Etiópia, a testemunharem leoas esquartejando uma presa na Tanzânia e a degustarem cogumelos selvagens em Angola. Como escreve Gilberto Gil no prefácio, a África é “um continente digno e nobre”, “fonte inesgotável de alegria e júbilo”, “que os brasileiros abraçam em sua avivada herança” (fonte: Envolverde).

Este livro é o relato de um viajante, um mergulho profundo na cultura de um continente imenso.

 

A mente do fotógrafo, de Michael Freeman

imagesUm fotógrafo com ótimo equipamento não é necessariamente um ótimo fotógrafo. Mas um fotógrafo que domine os príncipios de uma boa imagem sempre vai tirar boas fotos, não importa com que equipamento.

Em A Mente do Fotógrafo, Michael Freeman procura identificar o que torna uma foto chamativa, forte ou bela. Com diversos exemplos a cada passo, os elementos de uma foto foram divididos em três partes: intenção, estilo e processo.

Ele disseca cada parte de uma foto – seja composição, iluminação, objeto, exposição – e a define, explica e explora, tentando mostrar como seu conjunto resulta em algo sublime… ou um clichê. O livro é excelente, faz pensar e é válido para fotógrafos de todos os níveis.

 

Adobe Photoshop Lightroom 4, de Clício Barroso

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Se a versão 3 do Lightroom apresentou vários aperfeiçoamentos e novas ferramentas, a versão 4 trouxe recursos muito mais inovadores: dois novos módulos, um mecanismo de renderização , ferramentas atualizadas, curvas em RGB canal a canal, e a possibilidade de importar arquivos diretamente de outros programas etc. Essas são apenas algumas das inovações do Lightroom 4.

Como ficar por dentro de tudo isso? O Adobe Photoshop Lightroom 4 de Clício Barroso é a solução. O livro é o guia passo-a-passo mais completo que existe no Brasil desta versão do aplicativo. O autor é especialista no programa, e vem escrevendo os guias desde a versão 1.0 do Lightroom.

Com mais de 500 páginas e mais de mil capturas de tela, você vai descobrir, entre outras coisas, como organizar um fluxo digital enxuto e conectado; como ganhar na qualidade de processamento das imagens; como fotografar com as câmeras diretamente conectadas ao Lightroom 4; como geolocalizar imagens no Google Maps e como criar e produzir fotolivros (e recebê-los impressos em casa).

 

Fotografe com o Coração, de Joe Buissink e Skip Cohen

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“Não exista algo como a imagem perfeita… apenas o momento perfeito”, diz Joe Buissink, um dos principais fotógrafos de casamento no mundo e autor de Fotografe com o coração.

Neste livro feito em parceria com Skip Cohen, ele mostra como capturar os sentimentos de um casal no dia de seu casamento, usando criatividade, inspiração e técnica.

Joe conta seu processo criativo, a importância de aprender a enxergar com os olhos e com o coração, como se antecipar aos momentos que importam e, mais importante, como desenvolver um relacionamento de confiança com seus clientes.

O objetivo, segundo ele, não é necessariamente tirar fotos tecnicamente perfeitas, mas conseguir capturar os momentos certos e transformá-los em imagens eternas. Leitura obrigatória para todo – ou aspirante a – fotógrafo de casamento, também vale para noivas em busca de inspiração.

 

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Boas leituras e bons cliques!

 

Reserva da Jaqueira – Comunidade Indígena Pataxó

 

Fiz uma visita rápida à Reserva da Jaqueira, na Bahia, e pude conhecer uma aldeia de índios pataxós.

Lá vi a luta de jovens índios para preservar a cultura dos seus antepassados. Foi muito interessante ouvir a história da tribo e de como eles têm superado obstáculos para manter a língua e seus costumes.

 

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A Reserva da Jaqueira foi criada em 1998 pela comunidade indígena pataxó da Coroa Vermelha, no sul da Bahia. As irmãs Nitinauãn, Jandaia e Naiara realizaram o antigo sonho de resgatar o modo tradicional de viver dos pataxós, bem como suas histórias e rituais, e preservar a floresta local.

 

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E eles realmente levam a sério a proposta de preservar a floresta. Todo o passeio é baseado nessa proposta de desenvolvimento sustentável e integração com a natureza. Além de conhecer a história dos pataxós e seu estilo de vida, você vai aprender sobre como são construídas as casas, como montar armadilhas para caçar na mata, ervas medicinais e ainda vai poder experimentar o arco e flecha e comer um peixe preparado à moda pataxó.

Os índios também recebem os visitantes vestidos e pintados a caráter para apresentação de danças e rituais.

 

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A reserva fica situada a 12 km do centro de Porto Seguro, em plena Mata Atlântica, e ocupa uma área de 827 hectares. Podemos dizer que ela cumpre seu objetivo de preservar a história, o idioma, a identidade cultural pataxó, além de contribuir para a preservação do meio ambiente e um modelo de turismo sustentável em aldeia indígena.

 

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A mata nativa tem ocas espalhadas pela reserva, ainda no formato original. Apesar da modernidade, eles são os únicos remanescentes da região que tentam manter a cultura dos antigos povos pataxós. Conquistaram o direito de escola para as crianças dentro da própria comunidade. Lá as crianças aprendem matemática, língua portuguesa e a pataxó. Os jovens designados como futuros pajés estão percorrendo o país e visitando outras tribos e etnias para recuperar ensinamentos e resgatar a essência indígena esquecida hoje.

 

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É um local de muita energia positiva. Tornou-se símbolo da resistência do povo pataxó e é respeitado por eles como um lugar sagrado e morada dos espíritos, já que foi habitado pelos seus antepassados. A biodiversidade da Jaqueira é muito rica e está totalmente preservada e protegida.

 

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Todos os anos, no dia 1º de agosto, a comunidade da Jaqueira comemora o aniversário de fundação da reserva, com o Araguakisã, que significa Dia da Vitória, com muitos rituais, comida e casamentos na forma tradicional.

 

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Como dissemos acima, os turistas que visitam o local vão podem praticar arco e flecha, adquirir artesanato confeccionado na própria tribo, fazer trilhas e degustar a culinária típica, que inclui pratos como o peixe assado na folha da patioba (espécie de palmeira).

 

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A Reserva da Jaqueira é um ponto de encontro entre a civilização indígena e o homem branco. É um grande projeto implantado em aldeia indígena que mescla preservação ambiental, afirmação cultural e ecoturismo.

 

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Se você estiver visitando Porto Seguro, Arraial D’Ajuda ou Trancoso, não deixe de fazer um passeio até a Reserva da Jaqueira. Vale a pena!

 

Lente Canon 50mm 1.4 ou 1.8? Qual vale mais a pena?

A lente Canon 50mm 1.4 é a lente favorita de muitos fotógrafos. E por bons motivos. Ela tem ótima qualidade óptica, é pequena, leve, (relativamente) barata e possui uma abertura máxima de f1.4, ou seja, é uma lente bem rápida.

A primeira razão da popularidade desta lente Canon é sua qualidade de imagem. A qualidade dela é comparável à das lentes da série L. Aliás, alguns fotógrafos até mesmo preferem a f1.4 do que a f1.2 L. A nitidez na abertura 1.4 é boa, mas é entre 2.8 e 4.0 que você vai se impressionar com a nitidez das fotos que essa lente é capaz de tirar.

O segundo fator que torna essa lente tão popular é seu o preço. A lente Canon 50mm 1.4 é uma lente com um preço justo e ótimo custo-benefício. Ela é mais cara que a lente 1.8, mas suas vantagens compensam a compra para quem quer se dedicar à fotografia. Veja mais abaixo uma listagem das vantagens da 1.4 sobre a 1.8.

Ela funciona muito bem para fotografia com pouca luz interior, quando não é possível ou desejado usar o flash (igrejas ou ginásios, por exemplo). É uma boa lente para se fazer retratos e fotos de corpo inteiro. É ótima para levar em viagens, especialmente para situações de pouca luz. Quando o espaço é relativamente pequeno, o fato de ela ser leve acaba sendo importante também. Ela também é ótima escolha quando se pretende fotografar crianças.

De modo geral, a lente Canon 50mm 1.4 é uma ótima lente para todas as situações, capaz de tirar fotos espetaculares.

 

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Vantagens da lente Canon 50mm 1.4 sobre a Canon 50mm 1.8

Se você deseja uma lente para começar a fotografar em 50mm, a lente 1.8 é uma ótima compra. Acredito que todo fotógrafo iniciante deveria passar um tempo com uma lente de 50mm, porque o foco fixo o obriga a trabalhar a composição em vez de apenas mexer no zoom, e também porque a lente de 50 mm vê o mundo de forma equivalente ao olho humano (em uma câmera full frame). Com a lente 50 mm 1.8 você terá em mãos uma lente de qualidade, um grande passo em relação às lentes de kit. O custo benefício é excelente.

Mas se a 50 mm 1.8 é uma barganha, porque a Canon 50mm 1.4 é uma das lentes mais populares e mais vendidas da Canon? É porque a f1.8 é capaz de tirar fotos espetaculares em certas condições, mas a f1.4 é capaz de encarar uma variedade de situações e desafios muito maior.

Vamos ver algumas das vantagens da 1.4 sobre a 1.8…

 

Construção sólida

A Canon 50mm 1.4 é muito mais robusta que a 1.8, que é feita de material plástico mais barato, e tem muito mais valor na hora de revender. Ela não é frágil como a 1.8 e vai durar muito mais na sua mão, mesmo que você a use com frequência. Considere a compra da lente 50mm 1.4 como um investimento.

 

Versatilidade

A lente 1.4 permite sua câmera cuidar do autofoco, mas você tem a possibilidade de regular o foco manualmente sem ter que  apertar nenhum botão. A lente Canon 50mm 1.8 obriga que você alterne entre o foco manual ou automático. A f1.4, por sua vez, tem o chamado “foco manual full-time”, que é o foco automático com permissão de regulagem posterior.

A lente 1.8 é bastante barulhenta durante o autofoco e tem um anel de foco manual minúsculo. Já a 1.4 foca muito mais rápido, graças a seu motor micro USM, tem um anel de foco emborrachado e preciso. Além disso, seu autofoco é muito mais confiável, especialmente em situações de pouca luz.

 

Aberração cromática

Aberrações cromáticas e distorções são pouco perceptíveis em ambas as lentes nas aberturas maiores, o que demonstra a alta qualidade delas. Mas em testes de comparação, fica claro que a Canon 50mm 1.8 é mais suscetível ao flare e aos halos. Por exemplo, o flare na 50mm 1.4 tende a ser mais controlado, enquanto na 1.8 ele vai estourar na foto inteira.

 

Cores

Se a 1.8 consegue parear a comparação com a 1.4 em diversas categorias, ela fica bastante para trás em relação à saturação de cores. A lente 50mm 1.4 consegue naturalmente uma riqueza de cores em praticamente todas as aberturas. A lente 1.8 não tem a mesma capacidade de saturação e suas fotos provavelmente irão exigir mais pós-produção do que as fotos da 1.4.

 

Bokeh

Com as duas lentes você consegue um bokeh excelente nas aberturas maiores, que pode ser bem usado para tirar de foco distrações do plano de fundo. O bom uso da profundidade de campo é uma das bases da fotografia e com ambas as lentes você terá como explorar profundidades de campo bem reduzidas, com muito espaço para sua criatividade.

No entanto, os bokeh não são todos iguais. A qualidade do plano fora de foco (o bokeh) é baseado no número de lâminas do diafragma da lente. A Canon 50mm 1.8 tem cinco lâminas, já a lente 1.4 tem oito. Na prática, o bokeh da Canon 50mm 1.4 é muito mais suave e arredondado que o bokeh da 1.8. Assim, uma lente deve ser avaliada não é só por sua nitidez, mas também por sua qualidade nas áreas onde não há nitidez. E nesse quesito a 1.4 é uma das melhores que você pode encontrar.

 

Conclusão

Ambas as lentes oferecem ótimo custo-benefício e é você quem deve decidir o que é melhor para si. Apesar de a Canon 50mm 1.8 ser uma excelente escolha para os fotógrafos iniciantes, a lente 1.4 é a escolha de quem quer levar a sério a fotografia.

Se você está começando, a lente Canon 50mm 1.8 é a melhor primeira lente que você pode comprar. Agora, se você já sabe que ama a fotografia e quer se dedicar mesmo a ela, então não tem como errar se você comprar uma lente Canon 50mm 1.4!

 

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Le Castellet com a 50mm f/1.4

 

 

Resolvi sair desta vez sem flash, tripé ou qualquer apetrecho fotográfico. Saí para curtir aquela noite maravilhosa, mas, obviamente, não consigo sair sem a câmera… risos.

Saí equipada somente com a minha lente 50mm f/1.4 na minha Canon 7D.

Confesso! Foi difícil, mas foi muito divertido.

Já usei muito esta lente, mas acho que nunca em situações tão ruins de luz.

Tinha me esquecido como esta lente é ótima. As imagens são fantásticas.

 

 

Fui para o restaurante Le Castellet do chef Yves Lepide, em Paraty. Um lugar muito aconchegante, lugar perfeito para tomar aquele vinho e curtir um noite agradável ao lado de pessoas especiais. Um bistrô tipicamente francês!

O vinho, a brisa do mar… acompanhado de um comida deliciosa com ingredientes de altíssima qualidade!

 

  

 

Luz… quase nenhuma! Semi luz bastante saturada e  muito escura. Aconchegante, é esta a palavra!

Um lugar delicioso… não tem como não amar.

 

  

 

Uma mistura de aromas e temperos… um toque parisiense no ar tipicamente brasileiro.

Para os amantes da cultura francesa, o Le Castellet é rico em detalhes decorativos, livros e comida típica francesa com toque provençal.

 

 

 

 

Eis alguns cliques! Espero que tenha gostado!

Um grande abraço a todos… e um especial ao chef Yves Lepide que nos recebeu maravilhosamente no seu Le Castellet!